Ontem assistindo ao noticiário, vi uma reportagem sobre o aumento dos casos de Infarto em pessoas jovens. Sabemos que muitas das doenças tidas como da maturidade, estão se manifestando cada vez mais cedo. Além do infarto, observo um aumento do índice de diabetes tipo 2, alterações de colesterol e obesidade em crianças.
Vamos ficar atentos, o que estamos fazendo de bom para nós mesmos? Como estamos ensinando nossos filhos? Com refrigerante na mamadeira e na lancheira? Bolacha recheada, salgadinho de pacote e coxinha quase todo dia?
Assistam ao vídeo, é bem curtinho e nos leva a refletir...que tipo de combustível estamos dando para nosso corpo?
http://g1.globo.com/videos/parana/paranatv-1edicao/t/edicoes/v/ma-alimentacao-causa-mais-infartos-em-pessoas-jovens/1876175/
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28 de mar. de 2012
6 de set. de 2011
ALIMENTAÇÃO PRÓ- VESTIBULAR...
Você está se preparando para o Vestibular, para um Concurso ou Prova?
Já prestou atenção em suas refeições ou ainda não sobrou tempo para isso?
Assim como você se prepara estudando por um longo período que antecede as provas, deve fazer o mesmo com sua alimentação.
Não basta comer certo apenas nos dias de prova. Um bom desempenho intelectual depende de boa alimentação o ano todo para poder potencializar sua memória, atenção e para produzir energia para os estudos.
DICAS
- Inclua no cardápio: nozes, aveia, arroz, trigo e centeio;
- Invista em: banana, uva, castanha do Pará que é rica em selênio (coma de 3 a 4 unidades ao dia), chá verde, semente de linhaça e peixes como salmão e sardinha, ricos em Omega 3, para melhora de sua memória;
- Evite substituir o almoço pelos "lanches de cursinho". Ingerir alimentos gordurosos, como frituras (pastéis e batata frita), salgadinhos industrializados, biscoitos recheados e chocolates, produz o mesmo efeito de uma refeição pesada: deixam a digestão mais lenta e causam sonolência.
- Na véspera da prova: evite consumir alimentos diferentes do habitual, para não correr o risco de intoxicação alimentar ou mal estar intestinal.
- Evite alimentos pesados até 48 horas antes da prova. Esse tipo de consumo aliado à tensão do vestibular pode resultar até numa enxaqueca. Portanto, deixe a feijoada, a batata-frita, o bife à milanesa, os molhos de quatro queijos e de carne para depois. Nada de bebida alcoólica também, pois o fígado sobrecarregado dificulta a liberação de energia para o cérebro.
- Não faça prova de estômago vazio, pois sem glicose o cérebro vai precisar "economizar" energia, com isso suas funções vitais (batimentos cardíacos, respiração, funcionamento muscular) são mantidas, no entanto as intelectuais ficam prejudicadas. Uma fruta, um cereal (aveia, granola, pão integral) e uma proteína (leite, iogurte, ovo) fornecem energia para 4 horas de atividade cerebral.
- Leve uma barra de cereais para consumir durante a prova, uma fruta ou frutas secas e, principalmente, uma garrafa de água de meio litro E BOA SORTE!!!
7 de jun. de 2011
E a GELATINA?
É quase cultural...desde pequenas ouvimos falar que gelatina é saudável, faz bem...que as crianças devem comer diariamente. Bem, até em hospitais a sobremesa é gelatina...
Sempre me questionei quanto ao seu uso, principalmente ao ler o rótulo das lindas e chamativas caixinhas. Para mim, gelatina de verdade é o colágeno que é extraído dos ossos de animais (mocotó) ou de algas (ágar-ágar) e esta sim é extremamente saudável e nutritiva, apesar de não ter gosto de nada.
As crianças, com certeza não verão graça, mas você pode aproveitar essa falta de sabor e acrescentar em qualquer comida que fizer em casa, garantindo assim um alimento saudável e de verdade na alimentãção de seus filhos e de toda a família!
Vale a pena dar uma lida nesta avaliação realizada por profissionais da Pro Teste e postada no site da UOL:
Associação desaconselha consumo de gelatina por crianças
Da Redação
A Pro Teste, associação de defesa de consumidores, realizou uma avaliação com gelatinas em pó existentes no mercado e detectou excesso de açúcar, corantes perigosos e a presença de adoçantes em versões normais do produto. A conclusão foi que esses itens não devem ser consumidos por crianças.
A entidade avaliou 11 pós para gelatina sabor morango: quatro na versão tradicional, quatro na versão diet e três na versão zero.
Os problemas encontrados foram: açúcar em excesso, edulcorantes (adoçantes) em duas marcas que já continham açúcar, e a presença de um corante artificial, o Amarelo Crepúsculo, relacionado a hiperatividade em crianças. Adultos podem consumi-las, mas com moderação. Já entre as gelatinas sem açúcar, todas foram bem avaliadas.
"Não existe no Brasil uma legislação específica para gelatinas em pó. A Pro Teste avalia que a criação de normas que regulem esse alimento é fundamental para a definição de alguns parâmetros, como limite de açúcar e quantidade de colágeno e proteína, a fim de que as gelatinas sejam produzidas dentro de padrões de qualidade", informou, em comunicado, a associação.
A adição de edulcorantes (adoçantes) não é recomendada no caso de alimentos destinados ao consumo por crianças e gestantes. O consumo é indicado apenas por restrição alimentar e com acompanhamento médico.
A avaliação está disponível no site da entidade: http://www.proteste.org.br/.
A entidade avaliou 11 pós para gelatina sabor morango: quatro na versão tradicional, quatro na versão diet e três na versão zero.
Os problemas encontrados foram: açúcar em excesso, edulcorantes (adoçantes) em duas marcas que já continham açúcar, e a presença de um corante artificial, o Amarelo Crepúsculo, relacionado a hiperatividade em crianças. Adultos podem consumi-las, mas com moderação. Já entre as gelatinas sem açúcar, todas foram bem avaliadas.
"Não existe no Brasil uma legislação específica para gelatinas em pó. A Pro Teste avalia que a criação de normas que regulem esse alimento é fundamental para a definição de alguns parâmetros, como limite de açúcar e quantidade de colágeno e proteína, a fim de que as gelatinas sejam produzidas dentro de padrões de qualidade", informou, em comunicado, a associação.
A adição de edulcorantes (adoçantes) não é recomendada no caso de alimentos destinados ao consumo por crianças e gestantes. O consumo é indicado apenas por restrição alimentar e com acompanhamento médico.
A avaliação está disponível no site da entidade: http://www.proteste.org.br/.
Pesquisa avalia corante de gelatina proibido em alguns países europeus
São Paulo –Pesquisa com 11 tipos de gelatina feita pela Pro Teste Associação de Consumidores mostrou que todos esses produtos utilizam o corante amarelo crepúsculo –produto permitido pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa),mas proibido em alguns países da Europa. “Pesquisas demonstraram uma relação dessa substância (o corante) com hiperatividade e outros distúrbios de comportamento em crianças suscetíveis”,afirma o estudo,sublinhando que boa parte do esforço de marketing das gelatinas é voltada para o público infantil.
Além disso,quatro gelatinas com açúcar também receberam outras críticas. Duas utilizam adoçantes –Royal e Dr. Oetker –e,por isso,não seriam recomendadas para crianças e gestantes. Outras duas –Bretzke e Sol –apresentam,respectivamente,10,9 e 8,8 gramas de açúcar por porção de 120 gramas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda para adultos o consumo diário de até 50 gramas de açúcar.
A quantidade de colágeno nos produtos foi considerada muito pequena,e,por isso,alvo de controvérsia. A Bretzke tradicional tem 0,76 grama. A Doce Menor Diet e a Dr. Oetker Diet apresentam 2 gramas. Estudos indicam que uma alimentação rica em colágeno traz benefícios para a saúde. “Precisamos de uma legislação que regule a quantidade de açúcar e de colágeno”afirma Manuela Dias,nutricionista da Pro Teste.
A Kraft Foods,responsável pelas gelatinas Royal,e a J. Macêdo,da linha de produtos Sol,afirmaram por nota que seguem rigorosamente a legislação do País. A Bretzke Alimentos apontou que a quantidade total de açúcar dos seus produtos é inferior à quantidade diária recomendada pela OMS para um adulto. Também informou que foi lançada uma linha com quantidade extra de colágeno para consumidores interessados “nos aspectos funcionais da substância”. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.
10 de abr. de 2011
MEU FILHO SÓ COME O QUE QUER...
Uma das maiores preocupações de muitos pais está justamente na ALIMENTAÇÃO de seus filhos.
A maioria das mães em consultório ou até mesmo no convívio social sempre questiona e relata que seus filhos não comem nada ou que é difícil fazê-los comer frutas, verduras e legumes.
Pois bem, vale então falarmos um pouco mais sobre este assunto...
As crianças nascem apreciando o gosto DOCE e o SALGADO. Já o AMARGO e o AZEDO são menos apreciados e necessitam de maior tempo de aprendizado para se adquirir o gosto por eles.
Isto mesmo: APRENDIZADO! Para nos alimentarmos de maneira saudável e prazerosa também devemos passar por este processo.
O primeiro aprendizado de nossa alimentação vem da família que temos e de sua relação com o alimento.
Os bebês têm tendência a aceitar bem os alimentos oferecidos pelos adultos. No entanto, por volta dos 3 anos conquistam mais autonomia e isto faz com que queiram realizar suas próprias escolhas. Um alimento até então bem aceito, passa a ser rejeitado.
Acontece também a diminuição do volume das refeições o que é considerado normal nesta fase.
As crianças rejeitam novidades, ou seja, não aceitam novos alimentos dizendo não gostar sem ao menos provar. Isto acontece muito com verduras e legumes por terem um sabor mais neutro e por não conferirem tanta saciedade como os alimentos ricos em gorduras, por exemplo.
Eis aí um dos grandes dilemas que os pais enfrentam e é nessa hora que devemos ficar mais alertas. Estudos concluíram que para uma criança de 2 a 4 anos adquirir o gosto por um determinado alimento e passar a consumi-lo em quantidade suficiente é necessário que ela o experimente de 8 a 10 vezes.
Para as crianças com mais de 4 anos talvez devamos ofertar os alimentos de 10 a 15 vezes para termos este efeito, agindo sempre com tolerância, persistência e firmeza.
Portanto não desista ao primeiro NÃO de seu filho!!!
DICAS IMPORTANTES
- Estabeleça e cumpra horários para as refeições;
- Mantenha um ambiente agradável e sem distrações no momento das refeições;
- Diminua o volume de líquidos durante as refeições. Sendo que o ideal é ofertá-los apenas 30 minutos após ter finalizado;
- Ofereça primeiramente a salada;
- Deixe a criança participar, sempre que possível, da escolha dos alimentos (feira, supermercado, sacolões);
- Ouse, seja criativo!
26 de dez. de 2010
Nutrição adequada previne hiperatividade e distúrbios de concentração em crianças e adolescentes
Alimentação com baixa qualidade nutricional; aditivos químicos que comprometem a liberação de energia; e longos períodos sem se alimentar interferem na formação e na ação dos neurotransmissores, facilitando sintomas como irritabilidade, alteração de humor, hiperatividade (física e mental), distúrbios de concentração e aprendizagem, ansiedade, depressão, alterações na qualidade do sono e até mesmo compulsão. Crianças hiperativas, irritadas ou sempre cansadas costumam sofrer de um mal comum: alimentação com baixa qualidade nutricional. É isso mesmo! Os pais que permitem que as crianças escolham seu cardápio, trocando frutas, legumes, verduras, cereais integrais por alimentos pobres em nutrientes essenciais, estão condenando seus filhos a adquirir precocemente uma série de distúrbios físicos, mentais e emocionais. Isto está gerando o aparecimento cada vez mais precoce de doenças que até então estavam mais presentes na faixa mais idosa da população, entre elas, doenças como diabetes tipo 2, hipertensão, aumento de colesterol, artrite reumatóide, depressão, entre outras. O alerta é das nutricionistas Valéria Paschoal e Denise Carreiro. Pesquisa realizada pelo IBGE revelou um aumento de 400% no consumo de refrigerantes e biscoitos no Brasil. "Os pais acham que estão alimentando seus filhos com produtos industrializados, ricos em fosfatos, açúcar, sódio, conservantes, corantes e outros aditivos químicos. O pior é que preenchem o lugar dos nutrientes com químicos", lamenta Denise. São opções que podem ser irreversíveis. O BHT, anti-oxidante muito usado em alimentos industrializados, por exemplo, inibe a fosforilação oxidativa, necessária à produção de energia pelo organismo. O sistema nervoso central da criança tem seu maior desenvolvimento no período entre o terceiro mês de gravidez e um ano e meio de vida, aproximadamente. Os neurotransmissores (que são formados por nutrientes), por sua vez, são substâncias que transmitem as mensagens no cérebro. Para que ocorra essa transmissão, é necessária energia. Alimentação com baixa qualidade nutricional; aditivos que comprometem a liberação de energia; e longos períodos sem se alimentar interferem na formação e na ação dos neurotransmissores, facilitando sintomas como irritabilidade, alteração de humor, hiperatividade (física e mental), distúrbios de concentração e aprendizagem, ansiedade, depressão, alterações na qualidade do sono e até mesmo compulsão. "Os pais, muitas vezes, até se preocupam se os alimentos contêm muito sal, açúcar, caloria ou gordura trans, mas não levam em conta o potencial de nutrição dos alimentos", destaca Denise. O resultado já se conhece: crianças cheias de desequilíbrios. "Elas não conseguem se concentrar porque falta energia no sistema nervoso central", ensina a nutricionista. Para garantir o trânsito intestinal, outro fator de equilíbrio no organismo infantil, as crianças precisam consumir alimentos que permitam a manutenção de uma flora intestinal adequada (fibras e prebióticos), conforme lembra Valéria Paschoal, Diretora da VP Consultoria Nutricional e vice presidente do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional. São eles a banana, chicória, legumes, verduras e frutas em geral, e temperos como, por exemplo, alho e cebola. "Também é importante que as crianças bebam muita água", ressalta Valéria. Preparar um lanche para suprir as necessidades vitais infantis não é nenhum mistério, como explica a nutricionista e farmacêutica bioquímica Lucyanna Kalluf. Além das frutas - fontes de nutrientes e energia regular que ativam as reações químicas e ajudam a eliminar as toxinas do organismo -, pão integral e barra de cereais formam uma refeição mais equilibrada. "Investir algum tempo na saúde da familia e preparar alguns alimentos como, por exemplo, uma broa de fubá, biscoito caseiro, pães caseiros, entre outros, vão surpreender em sabor, qualidade e bem estar. Com certeza os filhos vão adorar", acrescenta Denise Carreiro. Fonte: Valéria Paschoal, Denise Carreiro e Lucyanna Kalluf - Nutricionistas |
29 de nov. de 2010
BISFENOL- A NO BRASIL
Projeto que proíbe uso da substância em artigos infantis é aprovado na Comissão de Direitos Humanos do Senado.
Fonte:www.programavidaorganica.com.br / Fonte: Agência Senado em EcoDebate
Mamadeiras e chupetas que contenham a substância química bisfenol-A não poderão ser vendidas e nem mesmo oferecidas gratuitamente. A proibição objetiva evitar possíveis riscos à saúde das crianças e está contida em projeto do senador Gim Argello (PTB-DF), aprovado em 24 de novembro pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O bisfenol-A é uma substância usada em plásticos e resinas. Produz materiais denominados de policarbonatos, que são moldáveis quando aquecidos e, por isso, muito úteis para a indústria. Tais materiais apresentam também estabilidade e resistência a impactos e ao fogo.
No entanto, argumenta Gim Argelo, estudos demonstram que o bisfenol-A teria potencial cancerígeno, além de provocar efeitos adversos no desenvolvimento físico, neurológico e comportamental de crianças, devido ao fato de o componente químico exercer atividade similar a de um hormônio. Em experimentos com animais, informa, revelou-se que pode causar alterações na próstata e no trato reprodutivo masculino.
A relatora do PLS 159/10, senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), ressaltou o caráter preventivo do projeto em relação à saúde infantil. O senador Flavio Arns (PSDB-PR) também comemorou a aprovação e ressaltou que países europeus já adotaram a medida, pelos riscos ao desenvolvimento das crianças, especificamente para os sistemas endócrino e reprodutor.
18 de nov. de 2010
LANCHEIRA SAUDÁVEL NO MARISTA - SANTA MARIA
Foi no mês de maio, mas achei interessante postar, pois foi um momento bastante agradável, onde trocamos informações sobre a importância de ingerir alimentos saudáveis. Confira:
http://www.marista.org.br/marista-santa-maria-noticias-turma-gralha-azul-aprende-a-importancia-de-ingerir-alimentos-saudaveis/D900CN15972
http://www.marista.org.br/marista-santa-maria-noticias-turma-gralha-azul-aprende-a-importancia-de-ingerir-alimentos-saudaveis/D900CN15972
O QUE ESTÁ FALTANDO PARA NOSSAS CRIANÇAS?
Devido às modificações ocorridas na dieta nos últimos anos e com a inserção dos “fast-food’s” que entregam brinquedinhos em troca de refeições saudáveis, alguns nutrientes são pouco ingeridos por nossas crianças.
Estudos mostram que devemos ter especial atenção e redobrar a ingestão de:
Cálcio – produtos lácteos, tofu, repolho, couve, sardinha, folhas de nabo, mostarda, espinafre, gergelim e outros vegetais de folhas verdes escuras.
Ferro – fígado, ostras, mariscos, coração, carne vermelha, aves e peixes. Feijões secos e vegetais são as melhores fontes vegetais.
Zinco - carnes, fígado, peixes (incluindo ostras e crustáceos), aves e leite. Cereais integrais, feijões e nozes são também boas fontes.
Vitamina A – fígado, carne vermelha, leite integral, queijos, manteiga, gema de ovo, cenoura, abóbora, batata doce, damasco seco, brócolis, melão.
Vitamina B6 - alimentos de origem animal (carnes, ovos e leite), batata, aveia, gérmen de trigo, banana, nozes, semente de girassol, abacate, grãos integrais em geral.
Vitamina C - acerola, frutas cítricas (limão, laranja, lima), kiwi, caju, morangos, repolho, pimentão verde, tomates e vegetais folhosos crus são fontes excelentes.
Muitos pais ainda têm dúvidas quanto à utilização de suplementos de vitaminas e de minerais para seus filhos.
O uso de suplementos não é indicado em crianças saudáveis. O ideal é inserir novos alimentos (aos poucos) no dia-a-dia da criança e montar pratos bem coloridos.
Lembre-se: suplementos só devem ser utilizados com indicação de profissionais capacitados e são recomendados em casos de alergias alimentares, doenças freqüentes ou crônicas, aceitação limitada de alimentos, crianças com dietas vegetarianas, crianças anoréxicas, com pouco apetite ou hábitos alimentares deficientes.
14 de nov. de 2010
Entendendo a fase “pré-escolar” das crianças e suas necessidades de alimentação...
Em geral, de 2 a 6 anos, as crianças tornam-se aparentemente mais magras (fase de estirão), pois há um maior ganho de altura e menor ganho de peso.
Muitos pais se desesperam, pois seu filho não come!
Em relação às etapas anteriores as crianças crescem menos, sendo assim, suas necessidades nutricionais tornam-se menores, refletindo uma menor ingestão alimentar. É “normal” que a criança queira comer menos.
Nesta fase, a criança deve seguir o padrão alimentar da família. Durante o processo de formação de hábitos alimentares, o melhor é evitar guloseimas em excesso e fora do horário das refeições e aumentar o consumo de frutas, legumes e verduras.
O segredo da boa alimentação está na variedade dos alimentos e na combinação entre eles.
A partir dos 6 meses de vida, com a introdução de novos alimentos, a criança começa a formar seus hábitos alimentares e aprende a comer vários tipos de alimentos. O ideal é que a criança faça 6 refeições diárias. O lanche da escola esta entre estas refeições e é por meio deste, também, que a criança passa a conhecer novos alimentos.
Quanto à escola, o que costuma acontecer, principalmente no lanche, é a criança trazer na lancheira alimentos “pobres” em nutrientes por serem estes os mais práticos. Mas sobre isto falaremos em um próximo tópico...
Enfim, carinho e atenção para os filhos são indispensáveis. Evite alimentação em frente à televisão. Procure proporcionar um ambiente agradável nos horários das refeições e estimule as crianças aos novos sabores.
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